segunda-feira, 23 de abril de 2012

A imprensa goiana não ajuda! Marconi = coronel!

Já de início, digo a todos que não sou partidário, nunca fui. Desde 2002, votei em um candidato uma vez, Luiz Inácio Lula da Silva em 2006 para presidente, no resto, sempre nulo. Por isso, minha consciência anda e sempre andou tranquila sobre ajudar eleger políticos no Brasil. Somos resultado de uma ignorância, uma falta de inteligência desde a Colônia (Um amigo adora dizer: Malditos portugueses), até porque não temos uma história de grandes revoluções ou manifestações gloriosas ou vitoriosas (Não me venham falar em 1985 e 1992). Sempre ouvimos e, nos últimos meses com mais frequência, de escândalos políticos, de casos ridículos, coisas que deveriam ficar em história em quadrinhos ou programas de humor. As vezes me lembro de coisas que me fazem até perder o sono, fico refletindo e me perguntando, me argumentando sobre tudo isso. Por que não fazemos nada? A vizinhança não é meu problema? Sinceramente, nosso estado chegou a chacota no mundo, e isso é ótimo, sempre imagino que alguns terão vergonha, como aquele aluno que tirou 4 na média e o resto da sala acima de 8, ele irá ficar envergonhado.
       Não é de hoje que nosso enriquecido governador Coronel Perilo, faz essas proezas em nosso estado. Quem não se lembra do episodio Rádio K em 1998 e 1999? Pobre Kajuru, expulso de seu estado depois do fim do governo militar. Mas não morre por aí os episódios do Coronel. Não quero ficar citando sobre essas proezas, pois todos sabem e discutem, mas não denunciam, manifestam. Se não bastassem nosso povo é frouxo, a nossa mídia é medrosa, tem rabo preso com o tal Coronel Perilo. Borram nas calças quando falam nele. Que medo é esse? Será que se lembram da Rádio K e acham que o cara vai fazer o mesmo? Só pode! Mas não, a maioria está ligada, chantageada, financiada por ele. O que me diga o Jornal Diário da Manhã. 
       A maioria de nossos jornais só falam em mortes, assassinatos, roubos... coisas que o povão adora e que dá audiência. Cadê os programas críticos? Que discutem política, que denunciam a corrupção? Há sim, eles tem medo! Aí começa minha raiva e indignação. Como uma pessoa manda e desmanda em um estado inteiro? Me revolta. Quem votou nele, nem estão preocupados, estão ganhando seu salário que mantem bem sua família, quem defende está mamando na tetas do governo e aí infelizmente não vai dá em nada, aos poucos irá ao esquecimento como outros.
       Jornalismo Goiano vai minha mensagem: Se vocês escolheram essa profissão, se trabalham com amor (como eu trabalho na minha) façam o certo, vocês tem curso superior, leram filósofos, sociólogos, historiadores que com certeza mexeram com suas ideias. Não deixam que sua consciência de jornalista sério pese daqui alguns anos. Faça o justo. Vamos ajudar os que não tem a facilidade de absorver conhecimento sobre determinados assuntos. Não vamos ser chacotas. Vamos fazer História.



segunda-feira, 2 de abril de 2012

Parabéns Escola M. Dom Fernando Gomes dos Santos! 15 anos!

       No dia 04 de abril de 1997, foi inaugurada a Escola Municipal Dom Fernando Gomes dos Santos, sendo a primeira diretora a profª. Maria Genoveva Teixeira (1997 a 2002) e a primeira secretária Edinalva de Oliveira Paiva. Então com um único pavilhão, obedecendo, já na época ao Projeto de Escola Padrão da Prefeitura de Goiânia. Contava, então, com quatro salas de aula, cozinha, depósito, salas de secretaria, direção e coordenação, além dos banheiros. O terreno, muito grande, estendia-se até as proximidades do córrego Taquaral.
     Durante o ano de 1998, o espaço destinado ao PRONAICA, hoje Escola Municipal Eli Brasiliense, funcionou como extensão da Escola Municipal Dom Fernando Gomes dos Santos com cinco salas de aula no matutino e cinco no vespertino.
     Em junho de 1998, foi inaugurada uma ampliação com o segundo pavilhão, sendo mais cinco salas de aula e sala de professores. Nessa época, na parte de trás do terreno, mais baixa, úmida e próxima da água foi implantada uma horta comunitária administrada e cuidada por pessoas da comunidade que recebiam apoio de órgãos da Prefeitura, na forma de sementes, insumos e ferramentas. As pessoas responsáveis pela horta, durante bom tempo, contribuíram com o enriquecimento da merenda escolar e usufruíram de sua produção, seja favorecendo a alimentação de suas famílias, seja doando para os vizinhos, ou vendendo a preço de custo. Com a existência dessa horta, o terreno era mantido em razoáveis condições de limpeza e segurança. Nessa época existia uma área da horta reservada para a Escola, onde os professores podiam realizar aulas práticas com os alunos e estes podiam trabalhar a preparação do terreno, plantio e colheita.
    Já com nova diretora, profª. Maria Arantes da Silva Martins Correa (2003 a 2008) e, a partir de 2006, nova secretária, Maria Aparecida Nunes, passou por uma reforma entre os anos de 2003 e 2004, com a aplicação de azulejos nas salas de aula, troca de quadros, melhorias gerais, etc. Por meio de projetos e aportes da Prefeitura de Goiânia e do MEC, foi instalada, primeiro, a Sala de Leitura e, depois, o Ambiente Informatizado.
       Nessa época já se falava em melhorar o Parque Taquaral, mas não havia estrutura nem projeto arquitetônico e paisagístico. Somente após o trágico e brutal assassinato da merendeira Doracina, funcionária da Escola, o Projeto do Parque Taquaral tomou forma e começou a ser implantado. Mais uma vez, os alunos do Dom Fernando participaram do esforço ecológico e, em várias participações, foram os auxiliares no plantio de milhares de mudas de árvores às margens do córrego. Contribuíram dessa forma para a formação e conservação da reserva e do parque que tão bem serve, hoje, à comunidade do Residencial Goiânia Viva.
      A Unidade Educacional ganhou extensão do segundo pavilhão, com mais quatro salas de aula.
    A direção escolar conseguiu, em conjunto com lideranças do bairro e apoio da equipe do Parque Taquaral, iniciar um programa de arborização da área escolar. Pela sensibilização e pelo trabalho coletivo, foi possível contar com ajuda dos educandos, professores e muitas vezes da comunidade para o plantio de árvores no perímetro interno da Escola. O terreno muito duro e pouco permeável (muito batido) dificultou o nascimento e crescimento de muitas das mudas plantadas, mas as árvores que hoje ajudam a dar alguma sombra no pátio são remanescentes desse esforço conjunto.
       Nesse meio-tempo, a horta comunitária foi desativada, por falta de interesse na comunidade.
A atual direção, a cargo do prof. Joaquim Antonio de Paula e Silva (desde 2009) e o Conselho Escolar Grito de Alerta vem procurando deixar as instalações escolares mais bem cuidadas, com respeito a vidros quebrados, iluminação e segurança – cadeados, fechaduras, grades de ferro. Assim é que diminuíram os furtos e o manejo das salas de aula melhorou muito, com as salas fechadas nos momentos em que estão sem alunos. Também melhorou o manejo geral com chaves unificadas em várias dependências.
    Em 2010, houve a ampliação do Ambiente Informatizado, com instalação de novos equipamentos que agora perfazem 18 estações de trabalho em lugar das 10 anteriores.
      A Sala de Leitura vem sendo aparelhada com bom acervo, fornecido pelo MEC e através de aquisições realizadas pela Escola, além de assinaturas de revistas mensais de uso pedagógico.
     A Sala Multifuncional foi conferida pelo MEC e pelo NTE e está em condições de ser montada.
     O Projeto de Reforma foi detalhado durante o ano de 2009. Além da quadra poliesportiva foram acrescentadas outras necessidades. O projeto atualmente (2011) tramita sob identificação de PROCESSO Nº 41456671, em fase de LICITAÇÃO e prevê: construção de Bloco com Biblioteca, Sala de Informática e Laboratório de Ciências, Quadra Poliesportiva, Estacionamento, instalação de Alambrados, recuperação de Cômodo depredado (área da antiga horta), construção de Passarelas cobertas, mudança da Entrada de Pedestres e construção de Passeio acompanhando o perímetro externo da escola.
   Os esforços atuais estão direcionados para a melhoria da parte pedagógica da Instituição, isto é a otimização constante do processo ensino-aprendizagem. De um lado, atua-se na melhoria do ensino, privilegiando as experiências e processos bem sucedidos, bem como dando tranqüilidade de trabalho para o corpo docente. De outro, procurando melhorar a relação escola-educando, no sentido de criar uma interação de confiança e bem motivada. Nesse sentido, melhora o comportamento e o interesse em sala de aula, melhora o desempenho dos professores e, hoje, inclusive, os alunos são parte ativa no processo de cobrança na execução do projeto de reforma, através de movimentos, abaixo-assinados etc.
     O IDEB da Instituição melhorou para 4,6 nas séries iniciais (valor de 2009, contra 3,8 em 2007) e 3,4 nas séries finais (2009, primeira avaliação).


Projetos Institucionalizados


  • Projeto mestre: Consciência Política: direitos e deveres
  • Outros projetos: Aniversário da Instituição (04/04); Festas da Família; Prova Brasil; Consciência Cidadã; Prevenção à Dengue; Jogos Educacionais e Interclasses; Hino Nacional, Educação para o Trânsito, Grafite, Anti-bullying, Inclusão, Coleta Seletiva, Educação Ambiental e Visitação da Vila Ambiental, Anti-pedofilia, Não às Drogas sim à Paz, EPAZ, Atendimentos individualizados ou em pequenos grupos e Atendimento a Educandos com Necessidades Especiais na Sala Multifuncional.


Além desses a Escola está inserida no Programa Mais Educação, com atendimento de 60 educandos em cada turno, na perspectiva de uma Escola Integral.

segunda-feira, 19 de março de 2012

A indisciplina escolar

       Sua paciência está acabando. Os alunos voam pelos corredores, conversa em sala, briga no recreio, insiste em usar boné e em trazer para a sala materiais que não são os de estudo. Cansado e confuso, você se sente com os braços atados e a autoridade abalada. Não suporta mais as cenas que vê e não sabe o que fazer. Quer obediência! Quer controle! Quer mudanças no comportamento dos alunos! Os pais não se importam, acham que a função da escola é total. Realmente a situação chegou ao extremo na atualidade.
      Analisando o dia a dia nas escolas, percebi que existe alguns aspectos que favorece a indisciplina escolar, como administração da unidade, conduta dos professores, estado físico da escola e influências exteriores, como drogas, violência e etc. Mas com certeza, a minha análise detectou alguns estudantes que se identificam com a indisciplina, são eles que nos deixam desanimados com a educação.
   O aluno desrespeitador, uma primeira hipótese de explicação da indisciplina seria a de que "o aluno de hoje em dia é menos respeitador do que o aluno de antes, e que, na verdade, a escola atual teria se tornado muito permissiva, em comparação ao rigor e à qualidade daquela educação de antigamente". A relação entre aluno e professor hoje não é mas aquela relação de respeito entre ambos, cada um quer mostrar poder.
      A segunda hipótese explicativa é do aluno "sem limites", muito em voga no meio escolar, produto de nosso suposto e, às vezes, perigoso "bom senso" prático, diz respeito à suposição de que "as crianças de hoje em dia não têm limites, não reconhecem a autoridade, não respeitam as regras, e a responsabilidade por isso é dos pais, que teriam se tornado muito permissivos". Quase todos parecem concordar com essa hipótese do "déficit moral" como explicativa da indisciplina.

         O aluno desinteressado seria a terceira hipótese que os professores levantam frequentemente sobre as razões da indisciplina é que "para os alunos, a sala de aula não é tão atrativa quanto os outros meios de comunicação, e particularmente o apelo da televisão. Por isso, a falta de interesse e a apatia em relação à escola. A saída, então, seria ela se modernizar com o uso, por exemplo, de recursos didáticos mais atraentes e assuntos mais atuais".
      A vida de um professor não anda fácil, além de não ser valorizado como deveria, não recebe respeito de seus alunos. Até agressões físicas estão em pauta, que realmente é lamentável. Uma profissão que antes era desejo de muitos, hoje é chacota.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Aborto! Tema polêmico

Este tema não é fácil de debater, pois existem várias opiniões diferentes. Para quem é cristão, o tema é simples: É proibido abortar. Mas não podemos esquecer de que existem casos e mais casos a serem analisados.

  • Em caso de estupro?
  • Feto com má formação do cérebro?
  • Possível morte da mãe durante a gestação?
Existe vários casos, mas não podemos esquecer que o feto é uma vida, um ser humano que se tornará um homem ou mulher com uma história pessoal e social. O tema é polêmico.

Os alunos da Escola Municipal Dom Fernando pediram para rever uma carta narrada por um palestrante na unidade. Logo abaixo a carta do bebê para sua mamãe:



Vamos opinar abaixo, é só clicar em comentários e deixar seu recado. 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Dicas para produzir um trabalho escolar!!!!!

Muito alunos vão com médias baixas no final dos bimestres, mesmo conseguindo uma nota alta na avaliação.
A resposta: Não fazem o trabalho.

Aí vai algumas dicas para fazer um trabalho bem feito:
  • Não deixe para fazer o trabalho na ultima hora;
  • Faça o que o professor pediu, não invente;
  • Divida seu trabalho em: Introdução, desenvolvimento e conclusão;
  • Vai uma sugestão: Cole figuras no final do trabalho ou durante (o chamado anexos);
  • Capriche na letra e use apenas uma cor de caneta, use a vermelha apenas para destacar títulos, subtítulos e etc.;
  • Tente entregar o trabalho sem dobras ou amaçado, isso conta também.
Trabalhos sugeridos para este trimestre para as turmas G e H da E. M. Dom Fernando Gomes:

Turma G

Tema: O Feudalismo

Procure em livros de história do 7º ano ou de volume único (lembre-se de que a pesquisa em livros é mais segura)

Vai aí alguns sites para pesquisa 


Turmas H

Tema: O Anhanguera

Procure em livros da história de Goiás, em bibliotecas da PUC-Goiás ou UFG (lembre-se de que a pesquisa em livros é mais segura)
Vai aí alguns sites para pesquisa


LEMBRE-SE: TRABALHO NÃO É COPIA, E SIM UMA PESQUISA SOBRE O TEMA, LEIA E DEPOIS FAÇA A MONTAGEM DE SEU TRABALHO.

Qualquer dúvida ou sugestão, comente abaixo.

Abraços

Cowparade - Projeto desenvolvido na Escola Municipal Dom Fernando Gomes em Goiânia

As esculturas de vacas em fibra de vidro são decoradas por artistas locais e distribuídas pelas cidades, em locais públicos como estações de metrô, avenidas e parques. Após a exposição, as vacas são leiloadas e o dinheiro é entregue para instituições  beneficentes. Na E. M. Dom Fernando, os professores e alunos também participaram da atividade cultural, decorando um modelo da famosa vaquinha. 
Os idealizadores do projeto  escolheram trabalhar com a vaca pois o animal recebe várias definições culturais e sagradas em vários continentes do Mundo: 


"Há algo de mágico sobre a vaca. Ela representa coisas diferentes para pessoas diferentes ao redor do mundo: é sagrada, é histórica, mas o sentimento comum é de carinho. Ela simplesmente faz todos sorrirem.
Servindo como uma tela de arte, não existe nenhum outro animal ou objeto que fornece a forma, flexibilidade e amplitude de uma vaca. As três formas (de pé, pastando, repousando) fornecem aos artistas ângulos e curvas para criarem obras de arte únicas. Seu modelo também permite que ela seja caracterizada. Ela pode se transformar em, outros animais, pessoas ou objetos".

       Através deste projeto, incluímos os alunos em atividades escolares, e assim desenvolvemos habilidades não expressas até aquele momento em nossos educandos. Este projeto foi desenvolvido pelas professoras de Artes da E. M. Dom Fernando, Débora e Rita. 
       













                                         
Quer mais informações sobre o Projeto? De uma olhada no site:




terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O Sistema Destruiu a Ingenuidade

   Durante a história, os índios brasileiros são personagens de um debate infinito. Quem foram eles? Aliás, que são eles? Onde vivem? O que praticam? Na verdade, qual a definição de índio?
   Para podermos responder essas perguntas, precisamos entender o que seria um índio. Certamente existe duas respostas, uma para o início do "descobrimento", outra para os dias atuais. Ao longo dos tempos os índios brasileiros foram mudando seu estilo de vida, até porque se não mudassem, não restaria ninguém deles, como já dizia Charles Darwin, "o ser vivo se adapta a natureza".
   Os grandes navegadores como Cristóvão Colombo e Cabral se assustaram quando aqui chegaram, se deparando com um povo desconhecido e totalmente diferente, foi um grande impacto para  os europeus. Mas e com os índios? Qual foi sua reação? Podemos sim repensar a história pela visão indígena. Pelos relatos de viajantes e documentos do século XVI, percebemos a ingenuidade dos indígenas, que foram facilmente manipulados, em seu próprio território, isso mesmo, em sua terra. O uso do escambo esclarece muito bem essa ingenuidade. Alguns os chamavam e ainda os chamam de ser preguiçoso, ingênuo. Por terem uma cultura diferente os índios foram condenados, algo muito trágico.

O cantor e Compositor Renato Russo, vocalista da ex banda de Rock Nacional Legião Urbana, foi simples e majestoso quando escreveu uma música onde ele expõe a versão indígena dos fatos. Hoje todos vêem os índios como marginalizados, com segundas intenções, usando de seus direitos para conseguir privilégios e outras coisas, ora meu público, se eles não se tornam assim, não se adaptam a natureza capitalista, somem do mapa como outros animais. O sistema lhes tornaram assim, e com certeza eles não tem culpa de nada, são apenas vítimas.

  Mesmo com tanta exploração e desrespeito, eles nos deram heranças, somos o resultado da união de três raças , sendo que uma delas é a indígena, ou seja, todos nós, brasileiros, temos um pouco de índio dentro de nós. As poucas tribos existentes, vivem em dois mundos paralelos, o capitalista, que aos poucos destrói o outro mundo, dos antepassados.